domingo, 23 de agosto de 2020

Sobre as mãos...


Observe suas Mãos (Autoria desconhecida)

Meu avô, com noventa e tantos anos, sentado no banco do jardim, não se movia.
Estava cabisbaixo, olhando suas mãos. Quando me sentei ao seu lado, nem notou minha presença.

quarta-feira, 5 de agosto de 2020

"A leitura é a atividade humana mais importante para a formação do ser". Roseana Murray


Poesia: Um Espaço de Liberdade
                                                                               Roseana Murray

Uma autora que encontra inspiração na própria infância, nas conversas com a criança solitária e sonhadora que foi.

terça-feira, 14 de julho de 2020

O Menino que Descobriu o Vento: Conheça a história real que inspirou o filme.



sexta-feira, 3 de julho de 2020

QUEM ME ROUBOU DE MIM? O sequestro da subjetividade e o desafio de ser pessoa (Padre Fábio de Melo)


APRESENTAÇÃO

Este livro não é um ensaio teológico. Também não é um tratado de antropologia especializada. É apenas a satisfação de um desejo simples, menor. Desejo de abrir portas, romper cativeiros, acender luzes, propor liberdade. Desejo de expor o assombro que tenho experimentado ao ver as dores do mundo, os calvários da humanidade.

As dores são muitas. Então quis eleger uma delas: o sequestro da subjetividade. Um roubo silencioso que nos leva de nós: acontecimento comum, mas não noticiado, que fragiliza e impossibilita o humano de viver a realização para a qual foi feito.

A vida humana é uma constante experiência de travessia. Estamos em êxodos contínuos, em processos de deslocamentos intermináveis, porque, enquanto estivermos vivos, seremos convidados para o movimento que nos proporciona a superação de estágios, condições e atitudes.

terça-feira, 23 de junho de 2020

Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia. (Marina Colasanti)


A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor. E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E, à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar, esquece a amplidão.

quarta-feira, 27 de maio de 2020

O desenho na formação do professor.


Para reaquecer o desenho: o ato de desenhar na formação do professor
                                                                              Por Marisa Szpigel – Zá

segunda-feira, 18 de maio de 2020

Sobre o Amor... ( Zygmunt Bauman)

“o amor é mais falado do que vivido e por isso vivemos um tempo de secreta angústia"
Por Luiza Fletcher

 “Estamos todos numa solidão e numa multidão ao mesmo tempo.”
                                                                                     Zygmunt Bauman